Você já viu aquela foto do funcionário da semana no McDonald's?
Quem não gostaria de ter seu trabalho reconhecido e a sua foto estampada publicamente com palavras elogiosas, não?
Sem contar uma comissão no final do mês...
É claro que esta tática é para aumentar a produtividade e a competitividade entre os funcionários.
Sim, é perfeitamente compreensível esta filosofia de competitividade numa empresa no qual o fim é o lucro. Mas, e quando falamos de
uma Igreja, onde a filosofia deveria ser diferente, onde os fins não deveriam justificar os meios?
Presenciei uma Santa Ceia. No altar, havia três cálices diferentes
que se despontavam: o primeiro para o pastor, o segundo para pastora e o
terceiro para o obreiro do mês, o ‘funcionário’ McDonald's da Igreja, aquele indivíduo que
se destacou nos trabalhos da fé.
Para que alguém tivesse a oportunidade de galgar tão funesta
honra de beber do cálice da desonra, era necessário matar os Abeis no campo, e beber o sangue de seus irmãos como
comemoração da promoção do próprio ego.
E a Ceia do Senhor, que é para ser símbolo de amor, perdão e unidade
do corpo de Cristo, passa a ser um monumento de brigas, discórdias, ganâncias,
sede de poder e a competitividade por cargos, posições eclesiásticas e reconhecimento pastoral.
Nada contra o McDonald's, mas prefiro comer o corpo de Cristo
a alimentar-me do hambúrguer do palhaço Ronald MC Donald na Igreja.

Paz Levi, me tira uma dúvida:
ResponderExcluirA foto do Ronald estilo ceia é real , ou montagem.
É uma montagem que, infelizmente, se tornou em realidade.
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